domingo, 8 de abril de 2018
Hoje é o Paris-Roubaix.
sexta-feira, 30 de março de 2018
Depois de amanhã é coisa a sério. a Volta a Flandres!
segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018
O começo de uma nova época? Naaaaa....
A época ciclística ainda não começou. Repito, a época ciclística ainda não começou. Tudo está, todos estão pendentes do caso Froome. Lembrando, Froome acusou valores proibidos de salbutamol na urina na etapa da Vuelta de 2017 em que deu a volta ao texto e distanciou definitivamente Nibali, O mais provável é ter abusado do inalador e portanto devia ser suspenso e perder a Vuelta. Fosse assim simples...
Portanto, enquanto isto nada feito, ninguém liga muito ao que o ciclismo realmente é, uma saga de sacrifício e heroísmo que no século XXI começa no Tour Down Under australiano e termina em Novembro numa prova qualquer na China. Mas nós vamos fazer de conta que Froome não existe
A malta anda confusa. A Down Under foi ganha por um sul-africano all rounder quase veterano, Daryl Impey, que foi mais esperto do que o Richie Porte do costume. Que depois veio ao Algarve apenas passear. Do outro lado dos oceanos, as forças do World Tour correram a Vuelta a San Juan anestesiadas - ganhou um rapaz argentino da casa. Ainda aconteceu na Austrália a Herald Sun Tour, ganha pelo colombiano Chaves. Enquanto na Colômbia numa prova novinha em folha ganhavam... mais colombianos. Depois viemos para Península Ibérica, uns, fomos para o Médio Oriente, outros. A Valenciana foi comida pelo "eterno" Valverde, quase 38 anos feitos. Depois o Algarve pertenceu á Sky, Andalucia a um herói belga da classe operária, Tim Wellens, de quem eu gostaria de ser muito amigo. No Médio Oriente Dubai foi uma volta plana, ergo ganha por Viviani, feliz, solto e atrevido porque saiu... da Sky. Oman tem alguma montanhinha, e ganhou um gajo novo da Astana, um tal Lutsenko.
Provas de um dia? A Cadel Evans ganhou-a um australiano que finalmente vai aparecer, Jay McCarthy. Nas corridas de Maiorca, de muita tradição, Degenkolb finalmente voltou a ganhar.
Nos sprints? Até Cavendish ganhou, só Kittel até agora é que não: nova equipa novo comboio...
Os portugueses? Rui Costa gripou na Austrália, em Oman já fez mais um segundo lugar e terminou décimo. À Velonews deu a entrevista do costume a dizer que esqueceu de vez as três semanas. Enquanto isto o jovem Rúben Guerreiro está a mostrar serviço. Top dez na Down Under e Herald Sun Tour, segundo no Malhão no Algarve. Algarve onde, porque fez um óptimo CR, Nelson Oliveira acabou décimo, o que, visto o plantel deste ano, foi bem bom. O herói do ano passado do Malhão, Amaro Antunes, hoje na CCC polaca, fez décimo na Valenciana, muito bem, e ia pelo mesmo caminho na Andaluzia mas caiu e desistiu. Vamos ver como segue. José Mendes rolou razoável na Andaluzia, o José Gonçalves idem na Austrália, o Tiago Machado faz kms e por agora é isso, as equipas portuguesas no Algarve este ano nem pio!
Mas escrevo isto só por escrever, porque o importante é o que vai acontecer ao Froome!
terça-feira, 15 de agosto de 2017
Afinal qual é o problema com a W52/F.C.Porto?
quarta-feira, 13 de julho de 2016
Rui Costa e o seu problema com o Tour.
quarta-feira, 1 de junho de 2016
E agora, Rui?
E agora, Rui? Terminou a primeira parte da época e esta foi e não foi boa para Rui Costa. Top ten frequente, um pódio valente na Liége-Bastogne-Liége. Muitos pontos ganhos mas nenhuma vitória. E é de vitórias que se alimenta o ciclismo. Rui Costa termina o seu contrato este ano na Lampre. O seu rival Diego Ulissi acaba de ganhar duas etapas no Giro, e é italiano.
Rui Costa volta agora à Suíça, onde já foi feliz. Evita o Dauphiné onde estão quase todos os maus da fita. Qualquer coisa abaixo da vitória, para quem já ganhou a Volta à Suíça três vezes, terá um sabor amargo. E depois o Tour, o Everest. Onde Rui Costa desistiu em 2014, em 2015. Ele diz que, se calhar, é melhor vitórias em etapas do que um top ten. Para se diferenciar de Ulissi, não sei. Lembremos que, uma vez mais, o Rui vai para o Tour como se não tivesse equipa.